Olivicultura na região da Campanha
Olivicultura na região da Campanha

Jornal do Comércio
Notícia da edição impressa de 20/07/2009
Olivicultura na região da Campanha
Léo L. Vieira

Não resta dúvida que a visita realizada pelo prefeito de Bagé, Luis Eduardo Colombo, à Itália e à Espanha, no sentido de estudar os métodos técnicos de amplicação de conhecimentos sobre a olivicultura, muito motivou os bageenses e os municípios que continuam ainda em processo lento no desenvolvimento da região da Campanha. Esta terra de fronteira com o Uruguai tem padecido com o atraso e a inexistência de indústrias que poderiam mudar a face do subdesenvolvimento. A boa notícia é que Bagé tem condições de implantar a olivicultura com sucesso, trazendo maior riqueza e independência aos seus habitantes. O apoio da Embrapa de trabalhar em conjunto com o Ministério da Ciência e Tecnologia proporcionará suporte para a implantação e o início do trabalho com a maior brevidade possível. As notícias são boas de acordo com o coordenador de relações internacionais do Ministério da Agricultura, Márcio Alves, de buscar recursos através dos parlamentares até o mês de outubro deste ano garantindo, portanto, verbas para o início de 2010. O prefeito Dudu ficou entusiasmado com o que viu na Espanha, acreditando e garantindo uma promissora fonte de renda na cultura das oliveiras aos proprietários de média e pequenas propriedades rurais. O Brasil é um dos maiores importadores de azeite de oliva por ano. No caso da azeitona, o consumo médio é de 309 gramas, segundo dados técnicos apurados pela Embrapa e pelo Ministério da Agricultura. O projeto em andamento conta com 13 entidades parceiras, com previsão de aumento de novas parcerias.

Jornalista